Os dois jovens foram indiciados por tentativa de homicídio, formação de quadrilha, corrupção de menores e racismo. No dia 16 de setembro, após saíram do estádio Olímpico, onde assistiram a um Gre-Nal, eles agrediram um punk com 11 golpes de canivete, socos e pontapés. A vítima teve vários órgãos perfurados. Conforme o delegado responsável pela investigação, Paulo César Jardim, em depoimento a polícia, a dupla confessou o crime e admitiu ligação com grupos que seguem idéias nazistas e pregam o ódio a punks, judeus e negros. Se condenados pelos 4 crimes apontados no inquérito policial podem pegar de 15 a 20 anos de prisão.
É difícil assimilar como esse tipo de comportamento e ideal ainda encontra adeptos. Dizem que conhecer a história serve para que não se repitam os mesmos erros do passado. O que aconteceu com o bom senso e a valorização das pessoas pelas outras pessoas?
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
domingo, 7 de outubro de 2007
A visão da polícia por trás das grades
http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1640110.xml&template=3898.dwt&edition=8567§ion=69
Dizem que não se pode generalizar. Mas me desculpem, senhores policiais honestos, tratem de tomar providências pra eliminar as maçãs podres da cesta. Tenho ouvido muitas histórias ruins por aí.
Dizem que não se pode generalizar. Mas me desculpem, senhores policiais honestos, tratem de tomar providências pra eliminar as maçãs podres da cesta. Tenho ouvido muitas histórias ruins por aí.
Medida elimina obrigação de que todo preso seja submetido a exame de lesão corporal
A última (e finalmente - ou por enquanto - sem polêmica) portaria vinda da Secretaria de Segurança Pública restringe os exames de lesão corporal nos Departamentos Médicos Legais. A idéia é dasafogar o órgão “da grande quantidade de perícias dessa natureza, que travam o serviço e impedem um atendimento mais ágil e prioritário a outros tipos de exames”, como divulgado em nota da SSP. A idéia é que presos serão submetidos à perícia somente quando o detido estiver visivelmente ferido, quando for pedido do preso ou de seu advogado. A idéia é uma boa iniciativa, já que o Instituto Geral de Perícias há muito sofre com a falta de estrutura e funcionários. Segundo a entidade de classe que reúne esses servidores, o órgão enfrenta um déficit de aproximadamente 400 funcionários. Dado que comprova que até então os exames de lesão eram trabalho era jogado fora é o seguinte: em setembro foram realizados 269 exames de corpo de delito em presos. Em somente 66 desses casos (24%) os resultados foram positivos. Nos demais 203 requerimentos, ou 76% das ocorrências, não foram detectadas lesões corporais.
Rápido registro
Deu na ZH de sexta-feira 05/10 - Página 3
Lei seca e silenciosa
Moradores do bairro Moinhos de Vento, na Capital, que não dormem direito nas blitze da Operação Lei Seca podem ter esperanças de melhores noites de sono. Em função das reclamações sobre buzinaços durante a fiscalização, o secretário de Segurança Pública do Estado, José Francisco Mallmann, avisa que a BM tem agora ordem para multar os motoristas barulhentos depois das 22h.
(Será que vale pra Cidaded Baixa também? Não aguento mais motoristas buzinando na sexta à noite.)
Lei seca e silenciosa
Moradores do bairro Moinhos de Vento, na Capital, que não dormem direito nas blitze da Operação Lei Seca podem ter esperanças de melhores noites de sono. Em função das reclamações sobre buzinaços durante a fiscalização, o secretário de Segurança Pública do Estado, José Francisco Mallmann, avisa que a BM tem agora ordem para multar os motoristas barulhentos depois das 22h.
(Será que vale pra Cidaded Baixa também? Não aguento mais motoristas buzinando na sexta à noite.)
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Farinha do mesmo saco
Fico impressionada com a quantidade de coisas que viram caso de polícia nessa cidade. Não só na cidade. No país, no estado, no mundo. Tudo é caso de polícia. Desde o moleque que bate uma carteira, até o político que desvia verba e enriquece às nossas custas.
Até o mais conceituado dos cirurgiões plásticos vai parar na cadeira da frente do delegado, prestando depoimento quando uma mulher morre na sua clínica. Uma senhora, de 66 anos, que só queria parecer um pouco mais jovem. Morreu, coitada. Mal súbito. Parada cardíaca, embolia pulmonar, erro médico. Vai saber. A polícia investiga.
Ontem descobri um sistema criado aqui mesmo no Rio Grande do Sul, que vai identificar criminosos a partir da comparação entre vídeos de câmeras de segurança e fotos de suspeitos. Classe internacional. Diz o Capitão Pulita, lá da Secretaria de Segurança Pública, que já foi até exportado. Os menores batedores de carteira do centro da cidade que se cuidem. A polícia investiga.
E mais dois depoimentos hoje na série Macalão. A Polícia Federal investe mais um pouco no caso. Ouve mais gente, tira mais conclusões.
O médico, o batedor de carteira, o Macalão. No final, tudo farinha do mesmo saco.
Até o mais conceituado dos cirurgiões plásticos vai parar na cadeira da frente do delegado, prestando depoimento quando uma mulher morre na sua clínica. Uma senhora, de 66 anos, que só queria parecer um pouco mais jovem. Morreu, coitada. Mal súbito. Parada cardíaca, embolia pulmonar, erro médico. Vai saber. A polícia investiga.
Ontem descobri um sistema criado aqui mesmo no Rio Grande do Sul, que vai identificar criminosos a partir da comparação entre vídeos de câmeras de segurança e fotos de suspeitos. Classe internacional. Diz o Capitão Pulita, lá da Secretaria de Segurança Pública, que já foi até exportado. Os menores batedores de carteira do centro da cidade que se cuidem. A polícia investiga.
E mais dois depoimentos hoje na série Macalão. A Polícia Federal investe mais um pouco no caso. Ouve mais gente, tira mais conclusões.
O médico, o batedor de carteira, o Macalão. No final, tudo farinha do mesmo saco.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Polícia apreende menor por assalto e violência sexual em Porto Alegre
Policiais da 23ª DP de Porto Alegre apreenderam, às 16h desta quarta-feira (03/10), um menor de 16 anos que aterrorizava a região em volta da Rua Luís de Camões, bairro Santo Antônio, em Porto Alegre. Ele praticou 10 assaltos e abusou sexualmente de três meninos adolescentes daquela região. Segundo o delegado Flávio Conrado, titular da 23ª DP, o menor infrator saiu há dois meses da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo do Rio Grande do Sul (FASE).
A nota foi diovulgada pela Assessoria de Imprensa da Polícia Civil.
O Estado gasta POR MÊS, R$ 5 MIL REAIS para dar assistência aos adolescentes infratores na Fase. CINCO MIL. Tentei, mas não consegui descobrir quanto tempo ele ficou internado, mas suponhamos que foi uma semana, no mínimo. Quer dizer, foi investido no mínimo, reforço, R$ 1,5 mil nesse garoto, no alto de seus 16 anos.
Diz o delegado que a mãe do adolescente já fez de tudo para recuperar o menino que, no último mês, cometeu pelo menos 10 assaltos.
Esse parece o típico caso em que o mau comportamento é inerente à pessoa. O tipo de caso que não se soluciona com medida de internação. Quem deve arcar com esse tipo de situação? Quem está preocupado com isso?
A nota foi diovulgada pela Assessoria de Imprensa da Polícia Civil.
O Estado gasta POR MÊS, R$ 5 MIL REAIS para dar assistência aos adolescentes infratores na Fase. CINCO MIL. Tentei, mas não consegui descobrir quanto tempo ele ficou internado, mas suponhamos que foi uma semana, no mínimo. Quer dizer, foi investido no mínimo, reforço, R$ 1,5 mil nesse garoto, no alto de seus 16 anos.
Diz o delegado que a mãe do adolescente já fez de tudo para recuperar o menino que, no último mês, cometeu pelo menos 10 assaltos.
Esse parece o típico caso em que o mau comportamento é inerente à pessoa. O tipo de caso que não se soluciona com medida de internação. Quem deve arcar com esse tipo de situação? Quem está preocupado com isso?
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Toque de recolher
Toque de recolher. O termo parece de guerra. Lembra filmes. E acontece em Porto Alegre. A informação foi divulgada pelo repórter Jimmy Azevedo, da Rádio Bandeirantes.
O toque de recolher funcionaria em bairros da zona norte, imposto pela força dos traficantes.
A denúncia partiu de um membro do Conselho Tutelar. Ele conta que em bairros muito pobres, onde o tráfico de drogas faz vítimas, inclusive crianças, a Brigada Militar não estaria coibindo avenda e o consumo de drogas.
Um policial relatou que moradores da região reclamam do toque de recolher, que funcionaria a partir das 23h.
Para garantir a atuação do Conselho Tutelar, especialmente na assistência às crianças e adolescentes usuários de crack, existiria uma negociação com traficantes.
Será que é possível medir o poder dos traficantes? Será que, em nível de Brasil, o tráfico é o novo poder executivo?
Perguntado, em outra circunstância, se o Rio de Janeiro (símbolo do poderio dos traficantes) teria solução, o subcomandante geral da Brigada Militar Coronel Paulo Roberto disse que sim, porque se acreditasse que não, a situação por aqui ficaria preta. Será que falta muito?
Falando nisso, a Folha lançou uma série de publicações chamada FOLHA EXPLICA voltada para a questão da violência. O link a seguir se refere ao narcotráfico. É interessante. Mas bem que poderia fazer mais efeito. Não sei, ando meio descrente quanto ao assunto.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u132350.shtml
O toque de recolher funcionaria em bairros da zona norte, imposto pela força dos traficantes.
A denúncia partiu de um membro do Conselho Tutelar. Ele conta que em bairros muito pobres, onde o tráfico de drogas faz vítimas, inclusive crianças, a Brigada Militar não estaria coibindo avenda e o consumo de drogas.
Um policial relatou que moradores da região reclamam do toque de recolher, que funcionaria a partir das 23h.
Para garantir a atuação do Conselho Tutelar, especialmente na assistência às crianças e adolescentes usuários de crack, existiria uma negociação com traficantes.
Será que é possível medir o poder dos traficantes? Será que, em nível de Brasil, o tráfico é o novo poder executivo?
Perguntado, em outra circunstância, se o Rio de Janeiro (símbolo do poderio dos traficantes) teria solução, o subcomandante geral da Brigada Militar Coronel Paulo Roberto disse que sim, porque se acreditasse que não, a situação por aqui ficaria preta. Será que falta muito?
Falando nisso, a Folha lançou uma série de publicações chamada FOLHA EXPLICA voltada para a questão da violência. O link a seguir se refere ao narcotráfico. É interessante. Mas bem que poderia fazer mais efeito. Não sei, ando meio descrente quanto ao assunto.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u132350.shtml
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